Tendências de Facility: Inovação Sustentável através da Digitalização

Segundo artigo do site norte-americano MBS, Modern Building Services, há anos que sustentabilidade se estabeleceu como uma tendência para Facility Management. Gestores que implementam processos sustentáveis tendem a contar com um ambiente mais saudável e produtivo, retenção de talentos, redução do absenteísmo, redução e otimização de recursos, etc. Ainda, quando FM trabalha junto ao RH, é possível conduzir companhas de reeducação e motivação para incluir todo o corpo de funcionários nesse movimento. Afinal, como ressalta o MBS, FM é sobre pessoas e como impactar a rotina e cultura delas e de uma organização.

Contudo, deve ficar claro que resultados nos esforços sustentáveis dependem de constante investimento em ferramentas auxiliares, revisão de processos e treinamento dos colaboradores. Normalmente, para maior eficiência, esse projeto deve envolver tecnologia em todas as etapas.

Digitalização e Sustentabilidade: para além de poupar papel

Em material lançado esse ano pela DFM (que já citamos aqui no blog), a especialista em sustentabilidade Kirsten Galamba traça uma linha de raciocínio entre digitalização e melhores processos sustentáveis em Facility Management. Para ela, FM tem um grande potencial de emplacar diversas faces da sustentabilidade: climatização de boa qualidade e saudável, utilização sensível dos recursos de água, conversão para energias renováveis, desenvolvimento e manutenção da infraestrutura das cidades, produção e consumo sustentáveis, redução das emissões de CO², limitação da emissão de outras substâncias prejudiciais ao meio ambiente e mais.

Contudo, a extensiva digitalização de diversos processos, tanto na sociedade como um todo, quanto nas organização, nos permite abrir o leque de opções de processos sustentáveis. Desde economia compartilhada, passando pela digitalização de processos que antes demandavam muitos recursos, até a democratização do conhecimento sobre reciclagem, otimização de recursos e outros métodos sustentáveis através da internet.

Por outro viés, a digitalização das informações dentro de uma organização tende a criar uma base para tomada de decisões mais assertivas, enquanto também contribui para otimizar os fluxos de trabalho, poupar tempo e recursos, interligar talentos que, de forma analógica, não conseguiriam trabalhar juntos – tudo isso garante às empresas uma gestão mais holística e sustentável, contando com:

  • Eficiência no uso dos recursos e economia circular;
  • Consumo e cadeia de fornecimento de energia inteligentes;
  • Infraestruturas inteligentes (Smart Cities e Smart Buildings).

O que seria a Sustainable Facility?

Em relação à gestão de serviços de Facility, a digitalização garante que os gestores tenham total acesso a como sua operação está se comportando. Hoje, com as ferramentas corretas, eles visualizam com detalhes os fluxos de trabalho das equipes e dos prestadores de serviços; analisam em profundidade o fluxo de recursos; e podem, assim, tomar decisões embasadas sobre ajustes e otimizações. Na prática, tanto a rotina dos prestadores de serviços quanto do gestor são aprimoradas, ao passo que há mais controle sobre compra, uso, reuso e reciclagem dos recursos da operação, sem falar na otimização de tempo e delegação de tarefas por equipe.

Contudo, esse movimento para uma gestão de serviços de Facility mais sustentável não precisa se limitar à operação desses serviços. Para a autora, o Gestor de Facility deve começar com uma aproximação mais sistêmica, evoluir para um setor mais holístico e buscar se tornar um líder referência em Facility Sustentável, puxando o restante do segmento consigo.

Hoje, o grande pré-requisito para um setor de FM moderno e engajado é chegar à esse patamar holístico, se comprometendo em ser uma figura mais proativa para as estratégias sustentáveis da organização. O passo seguinte, o FM líder, é uma evolução de um trabalho bem feito. A autora traz o seguinte gráfico para ilustrar essa relação:

Embora o ideal de “smart cities” ainda seja embrionário, ele já inspira diversas organizações a investir em ambientes inteligentes (os “smart buildings“), e isso coloca o setor de Facility como central nessa estratégia. Por isso, é importante notar que todas as tendências tecnológicas têm, também, um viés sustentável e apostar nessa combinação é sucesso certo, tanto para os projetos de Facility, quanto para a organização como um todo.

Não é de hoje, contudo, que os profissionais de Facility defendem a digitalização de diversos processos internos que ajudariam a entregar esse tão desejado smart building. Desde a utilização de tecnologias para otimizar a construção, como a gestão digital de recursos e serviços internos, todos esses são fatores que somam inteligência aos espaços. Esses esforços têm garantido ao setor uma experiência cada vez mais vasta em trabalhar com sistemas tecnológicos e sustentáveis.

Mesmo assim, Facility Management ainda esbarra na questão de custos. Como atesta pesquisa internacional RICS/IFMA (leia mais aqui), a constante redução de custos ainda é o desafio número um para se pensar Facility de forma estratégica. Com certeza, os esforços sustentáveis também entram nesse corte, tanto quanto a implementação de processos tecnológicos. Muito embora já tenha sido provado, por diversos estudos, que essas tendências economizam recursos no médio e longo prazo.

Apesar disso, é importante deixar claro que todas as escolhas feitas hoje na construção, design, mobiliário, tecnologia e gestão dos espaços irá ter impacto considerável nas rotinas e no trabalho das futuras gerações.

E, como citamos no início do texto, Facility é, essencialmente, trabalhar com pessoas e buscar entregar à elas a melhor experiência possível dentro do ambiente que estiver sobre nossa responsabilidade. Por isso, pensar no futuro desse ambiente, e como ele pode ser mais inteligente e sustentável, é crucial para os profissionais de FM.

Gestão Digital de Facility: o que esperar?

Já publicamos aqui no FM Insights dois artigos com esse foco: o que esperar de uma gestão digitalizada de FM, e cuidados para implementar ferramentas auxiliares. Contudo, vale a pena traçar um pensamento que inclua processos sustentáveis nessa perspectiva.

No conceito de Facility Management 4.0, temos um setor que se posiciona como cada vez mais estrategicamente relevante para a organização. Para tal, o profissional do setor tem que se especializar em tendências do mercado e da tecnologia para se manter à frente.

Tecnologias como IoT (internet das coisas), identificação por QR code, utilização de aplicativos para esquipes operacionais, aplicativos liberados para abertura de chamados pelos colaboradores, análise de big data, decisões baseadas em BI, automação de workflows, checklists inteligentes, sistemas parametrizáveis, visão de ecossistema e muitas outras funcionalidades que vêm para revolucionar o setor de FM.

Vale lembrar que todas essas possibilidades já estão disponíveis no mercado brasileiro, e a um valor mais do que acessível. Nossa plataforma mobile para gestão de serviços de Facility, o Inventsys FMS, já abarca todas essas funcionalidades e mais.

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By Flahane Roza | Conteúdo Inventsys | Linkedin

Autor: inventsysfms

Somos uma start up desenvolvedora do sistemas Inventsys FMS e AMS, a primiera solução desenvolvida exclusivamente para o setor de Facility Management e Utility Services do Brasil.

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